Nesta rubrica, a DECO apresenta um conjunto de recomendações práticas — 10 dicas — destinadas a ajudar os consumidores a manterem as suas finanças pessoais equilibradas e saudáveis ao longo do ano.
Com a aproximação do chamado “décimo terceiro mês”, período em que muitas famílias recebem subsídios adicionais, a DECO sublinha a importância de utilizar esse rendimento extra de forma estratégica. Uma das principais recomendações passa por liquidar, na totalidade, pequenos créditos em curso. Ao eliminar estas dívidas, o consumidor reduz o peso das prestações mensais fixas e ganha maior margem financeira no orçamento familiar, libertando-se de encargos que, acumulados, podem comprometer a estabilidade económica.
No que diz respeito à poupança e investimento, a associação chama a atenção para a necessidade de prudência. A DECO alerta os consumidores para o risco de esquemas fraudulentos, especialmente em contextos em que surgem propostas de investimento com promessas de retorno rápido e elevado. Nestes casos, recomenda-se cautela redobrada e a recusa de aplicações em produtos ou plataformas pouco transparentes ou desconhecidas.
Outro ponto essencial destacado pela DECO prende-se com a disciplina da poupança. A organização aconselha que as poupanças sejam feitas logo no início de cada mês, idealmente assim que o salário é recebido. Desta forma, a poupança deve ser encarada como uma prioridade e não como o que sobra no final do mês, aumentando significativamente a probabilidade de consistência ao longo do tempo.
Entre as restantes orientações, a DECO reforça a importância da criação de um fundo de emergência, destinado a cobrir despesas inesperadas, como reparações, problemas de saúde ou perda temporária de rendimentos. Este fundo funciona como uma rede de segurança financeira, evitando o recurso a crédito em situações imprevistas.
OIÇA AQUI AS RECOMENDAÇÕES DA DECO EM “SOS CONSUMIDOR”
















